“Juro
que pensei que era amado. Que fazia falta, que causava saudade, que
amenizava a dor. Pensei que era importante para você, sabia? E quase
acreditei nisso, quase mesmo. Faltou pouco. Você foi o meu quase. O meu
quase amor, a minha quase certeza, a minha quase felicidade. Mas eu não
vivo de “quase”, e você também não. A diferença é que eu lutei para o
quase, virar tudo. Você fez o quase, se tornar nada.”

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