sábado, 15 de dezembro de 2012

O que ontem era amor, hoje, é saudade.

Fiquei duas semanas sem vê-lo, poderia até dizer que estava morta de saudades, contava os dias, horas, minutos e segundos. E quando o encontrasse queria abraça-lo, beijar, morder, apertar. Realmente era muita saudade.
Quando o encontrei, foi como se um balde de água fria caísse sobre mim. Novamente ele estava frio, me deu um pequeno abraço, um selinho, sentou no banco ao meu lado, mas nem me tocou direito. Começou a contar sobre sua semana, sua vida difícil, seus planos no futuro. Mas nem me reparou, não disse que estava linda, e nem se estava com saudades. Eu não queria muito, eu só queria um carinho, um beijinho no rosto, uma palavra doce. 
Então eu disse que iria embora, e me levantei, mas isso era na intenção de chamar tua atenção, eu queria que ele me puxasse, me abraçasse, me beijasse. Mas ele nada fez, e disse que tudo bem. E caminhamos um tempo, ele se quer me abraçou, ou me deu a mão. 
Quando estávamos chegando em casa, disse que queria conversar, e disse um monte de coisas. Cada palavra me feria mais que uma facada, fiquei sem reação. Ele acha que estamos vivendo fases diferentes, que não daríamos certo. Se quer me deixou tentar mais uma vez, eu só queria uma chance. Eu quis muito que dessa vez desse certo, mas acabou de novo.
Novamente eu perdi alguém que eu amava. É sempre assim, ja me acostumei. Ele é inteligente, cheio de sonhos, objetivos, metas. E eu só uma pessoa que queria fazer parte daquela vida incerta, louca. Eu não me importaria com as consequências, eu só queria estar ao lado dele. Mas ele se foi, como todos os outros ...

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